A Chechénia tem o primeiro campo de concentração para homossexuais, onde homens estarão alegadamente a ser torturados de várias formas, uma das quais choques eléctricos, e mortos.
De acordo com o Daily Mail, que cita também a publicação Novoya Gazeta,
pelo menos cem homens foram detidos, e três terão mesmo sido mortos na última
semana.
Alegadamente, um dos campos é num antigo campo militar, na cidade de
Argun.
O Presidente da Chechénia, Ramzan Kadyrov, acusado várias vezes de violar
direitos humanos e aliado chave de Vladimir Putin, terá ordenado a criação dos
campos, mas nega que o regime o tenha feito, porque "é impossível
perseguir quem não está no país.
Um porta-voz de Kadyrov falou á Interfax. "Não se pode prender ou
perseguir pessoas que não existem aqui, se tais pessoas existissem na
Chechénia, as autoridades não teriam que se preocupar, porque as próprias famílias
tratariam de os enviar para sítios de onde já não pudessem voltar",
afirmou.


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