sexta-feira, 31 de março de 2017
segunda-feira, 27 de março de 2017
Resíduos e reciclagem
Na Unidade de Formação nº2 abordei o tema da reciclagem. Foi
talvez o trabalho que mais gostei de realizar. Não só por ter a ver com a minha
área profissional, visto que trabalho no sector da limpeza urbana, mas também
porque é cada vez mais importante reciclar e reaproveitar os nossos resíduos. As
pessoas ouvem tanto falar no aquecimento global, mas na minha opinião pouco ou
nada fazem para o evitar. Foi por isso que me concentrei na empresa Valor Sul,
que trabalha em parceria com várias autarquias nesse sentido: reaproveitamento
dos resíduos da zona da grande Lisboa. Para mais informação sobre esta empresa
deixo o link de seguida http://www.valorsul.pt/pt/
Obesidade?
Na UFCD anterior o meu trabalho foi sobre a Obesidade.
Depois de ter definido o fenómeno - como se desenvolve e os tratamentos disponíveis,
dediquei-me particularmente á obesidade infantil, identificando as suas causas
e consequências. Fiz por isso uma incursão pelos hábitos alimentares saudáveis que
os pais deveriam incutir nos filhos, de modo a proporcionar-lhes um futuro
melhor. Por último, tendo dado conta da centralidade da figura da mulher gorda
ao longo da história da arte, fiz uma apresentação do pintor colombiano
Fernando Botero, para quem essa figura assume uma importância indesmentível.
sexta-feira, 24 de março de 2017
Eutanásia
No âmbito da unidade de Saúde desenvolvi um trabalho sobre a eutanásia, também conhecida por morte misericordiosa, em que estabeleci algumas distinções fundamentais. A saber: eutanásia voluntária, involuntária e não voluntária. Além disso, lembrei que se trata de um debate atual na sociedade portuguesa. Imaginando, por isso, o que seria uma conversa sobre o assunto sobre dois colegas de trabalho. A conversa que deixo de seguida:
- António já viste que agora o assunto da eutanásia esta a ser discutido
na assembleia da republica? Não sei porquê, parece-me completamente ridículo
este assunto ter discussão. Até porque a igreja diz que não se deve por termo à
vida, mesmo que as pessoas estejam doentes.
- Oh Zé respeito a tua opinião, mas não concordo nada contigo. Então tu
já reparaste que caso a eutanásia fosse legalizada, o nosso país evitava uma
série de problemas, tanto para os pacientes como para os médicos. Iria ser útil
até para ti que és contra.
- Ah sim porquê?
- Porque só assim é que a vontade de todos seria respeitada. Repara que o
que está em causa é a eutanásia voluntária.
-Qual é a diferença?
- Só haveria eutanásia para quem a deseja. Pondo fim à involuntária, que
é o que se passa em muitos casos, hoje em dia.
-Como assim?
-É muito simples. Se não houver uma lei que defina as condições em que se
pode recorrer à eutanásia, neste caso de acordo com a vontade do paciente, são
os médicos quem decide, muitas vezes ignorando essa vontade e outras
opondo-se-lhes, que é o teu caso.
-Pois é, nunca tinha pensado nisso.
-Pois é, é que nesse caso, não voluntária, contra a vontade do paciente
poderá ser considerado um crime. E os médicos não são criminosos, eles só
querem ajudar. É por isso que também se chama à eutanásia de suicídio
assistido.
- Bem vistas as coisas, talvez tenhas razão. Mas não será melhor ajudar
as pessoas a suportar a dor? É para isso que servem os medicamentos…
-Pois, mas uma coisa não invalida a outra, temos que continuar a apostar
nos cuidados paliativos, para quem assim desejar. Para os outros, os que
preferem por termo à vida, a mesma coisa, temos que respeitar. Já agora, já
viste o Mar Adentro?
É inspirado num caso real, o de Ramon Sampedro, um galego que esteve quase
trinta anos numa cama, paraplégico, à espera que alguém o ajudasse a morrer.
-Isso parece um bocado pesado, mas
vou tentar ver.
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